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sábado, 29 de janeiro de 2011

Nuvem de palavras no MS-EXCEL

Outro dia fiz um dashboard com uma nuvem de palavras e alguns amigos ficaram curiosos com o efeito. A pergunta mais freqüente foi: “Que tipo de gráfico é este?”, seguida da afirmação “Não sabia que o MS-Excel fazia este tipo de gráfico!”.
Bom, até onde eu saiba, o MS-Excel realmente não faz este tipo de gráfico!
O segredo é bem simples: encontre algum site que crie automaticamente sua nuvem de palavras e copie a imagem para o seu dashboard. Isso mesmo, bem simples. “E se eu quiser algo mais robusto, mais automático, capaz de gerar a nuvem de palavras diretamente no MS-Excel?” Se encontrar, me avise, com certeza também vou querer ;-)
De volta ao básico, gosto bastante do wordle.net, justamente pela facilidade de uso, permitindo ao usuário fornecer a lista de palavras 1) diretamente pelo site, num campo texto; 2) Através de um feed RSS ou 3) Através de um usuário del.icio.us.
Para simplificar, usei como exemplo os RSS da Globo, do Flamengo e do The New York Times. Enfim, crie sua nuvem de palavras e faça bonito no seu próximo dashboard.
Globo.com

Flamengo 
The New York Times

sábado, 1 de janeiro de 2011

Dash o quê?

Dashboard. Nas traduções mais comumente encontradas em português temos “Painel de Controle” ou “Painel de Indicadores”.
Dizem também que são “Indicadores que possibilitam à tomada de decisões”, “Números e estatísticas que permitem controlar e administrar processos e funções”, “Representação gráfica de um conjunto de indicadores organizacionais”.
Eu, definitivamente, não gosto destas definições.
São acadêmicas demais, rebuscadas demais, pomposas demais. Longe demais da realidade.
Dashboards são (ou deveriam ser) contadores de história. E uma boa história deve ser capaz de permitir 1) entender o passado; 2) analisar o presente e; 3) planejar o futuro.
Você não estará confortável diante de um “Painel de Controle” que precisa de um manual de instruções para ser entendido. Portanto, a “história” deve ser contada de forma clara, precisa, fluída. E aí sim, bonita.
Discorda?
Olha este exemplo, que copiei do Chandoo, e tente contar a história por trás do gráfico.

Eu contaria assim:
“Nota-se (passado) que quanto menos tempo gasta-se durante as refeições, maior é a quantidade de pessoas obesas num País. Atualmente (presente) EUA e México lideram as estatísticas. Pode-se deduzir que o fast-food é a causa natural e que a tendência (futuro) mundial é ter mais pessoas obesas a medida que as prioridades diárias são determinadas pelo dia-a-dia das grandes metrópoles”.
Outro exemplo, bastante utilizado, é o que mede a popularidade dos Presidentes americanos, elaborado pelo The Wall Street Journal. A história contada é sobre a popularidade de 11 Presidentes ao longo de quase 60 anos. Num único gráfico.
E você, qual história quer contar?